Estimativas do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) apontam que o número de professores da rede pública paulista afastados por estresse varia entre 10% e 15% do total.
A quantidade de docentes da Baixada Santista, retirados das aulas para tratamento, se aproxima de 700. Em todo o Estado, dos 220 mil docentes, cerca de 17.500 estão fora da atividade por diversos motivos, entre eles o estresse, de acordo com a Secretaria de Educação paulista, com base no fechamento do mês de dezembro último.
De acordo com a psicóloga Marisa Santos Souza, “ser responsável por crianças e adolescentes, que não têm interesse em aprender, por uma predisposição, seja comportamental ou estrutural familiar, é uma carga muito grande e pode ocasionar uma pane no sistema nervoso”.
A solução é uma mudança da conjuntura atual, mais flexível e menos massacrante, aliada a exercícios de ginástica laboral, para recuperação.
Leia a matéria completa na edição deste domingo, em A Tribuna.
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