Após mais de seis horas de reunião com a diretoria dos Correios em Brasília, os funcionários da estatal devem decidir pela continuação da greve iniciada há duas semanas.
A direção dos Correios propôs aos trabalhadores o desconto de um dia de greve por mês para chegar a um acordo que coloque fim à paralisação.
O diretor da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), José Gonçalves de Almeida, disse que o sindicato é contra a nova proposta e que vai orientar os funcionários a manter a greve. A proposta vai ser levada para votação em assembleia nesta sexta-feira.
A proposta da Fentect é que os Correios paguem os dias parados. Em troca, os trabalhadores fariam horas extras até a regularização das entregas no país.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, disseram que não vai haver pagamento dos dias parados. Eles disseram, porém, que aceitam trocar parte dos dias parados por horas extras.
Na Baixada Santista, a adesão dos trabalhadores à greve chega a 60%. A estimativa do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos em Santos (Sintect) é de 400 mil a 500 mil correspondências represadas por conta da paralisação. Na região atuam 1.100 trabalhadores.
A direção dos Correios propôs aos trabalhadores o desconto de um dia de greve por mês para chegar a um acordo que coloque fim à paralisação.
O diretor da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), José Gonçalves de Almeida, disse que o sindicato é contra a nova proposta e que vai orientar os funcionários a manter a greve. A proposta vai ser levada para votação em assembleia nesta sexta-feira.
A proposta da Fentect é que os Correios paguem os dias parados. Em troca, os trabalhadores fariam horas extras até a regularização das entregas no país.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, disseram que não vai haver pagamento dos dias parados. Eles disseram, porém, que aceitam trocar parte dos dias parados por horas extras.
Na Baixada Santista, a adesão dos trabalhadores à greve chega a 60%. A estimativa do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos em Santos (Sintect) é de 400 mil a 500 mil correspondências represadas por conta da paralisação. Na região atuam 1.100 trabalhadores.
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