A Codesp deve definir se começa, nesta tarde, a implodir a Pedra de Teffé, como parte dos trabalhos de derrocagem do canal de navegação do Porto de Santos. O projeto prevê a retirada de parte das pedras de Tefeé e Itapema, que estão submersas no estuário.
No momento em que os explosivos forem acionados, o canal será interditado. A expectativa é de que o canal fique interditado no trecho entre o Terminal de Passageiros Giusfredo Santini e o cais da Alemoa, das 15h30 às 18h30.
A remoção das pedras é necessária porque as duas dificultam a navegação no cais santista. Devido a sua localização, o leito navegável do canal acaba sendo estreitado.
A Pedra de Tefeé fica entre o Terminal de Passageiros Giusfredo Santini e os silos do Armazém 26, a 12,5 metros de profundidade. Já a outra rocha, a de Itapema, está a dez metros de profundidade, na direção do Armazém 12, em frente ao Forte de Itapema, em Vicente de Carvalho.
A derrocagem faz parte do projeto de aprofundamento do canal de navegação do Porto. Como procedimento, a largura do canal passará de 150 para 220 metros.
A obra será realizada pela Ster Engenharia, vencedora do processo licitatório realizado pela Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), no ano passado. O serviço custará R$ 25.592.142,96 e será pago comrecursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal.
Com as implosões diárias, o canal de navegação será fechado por três horas todos os dias. O período inclui os tempos necessários para preparação, implosão e liberação da via de navegação.
A sinalização do trecho do canal onde estão as pedras (onde ocorrerão as implosões), durante o serviço, é a maior preocupação da Autoridade Portuária. Segundo o presidente da Codesp, José Roberto Correia Serra, algumas bóias apresentaram problemas na última sexta-feira, mas eles foram corrigidos no domingo.
“Eu quero a garantia de que a sinalização vai funcionar por 24 horas”.
Seis sinais sonoros longos, de dez segundos cada, indicarão que a operação de implosão será iniciada. Um minuto antes da detonação, um sinal de dez segundos será seguido por, no máximo, dez sinais de três segundos.
Interdições
As implosões estão previstas para ocorrer das 13 às 16 horas. Em relação às limitações à navegação, Serra garantiu que as operações não serão prejudicadas. O horário previamente estabelecido e comunicado pela Capitania dos Portos, no tempo estipulado de interdição, é a garantia do executivo.
“Imaginar que um sistema desse não vai, de alguma forma, dificultar o tráfego seria uma inverdade. Na verdade, vai dificultar, porque se faz uma restrição no canal, faz com que tenha uma passagem mais criteriosa, com rebocadores, mas nada que comprometa as operações em si”, destacou.
Dragagem
A dragagem de manutenção do canal de navegação do Porto de Santos será retomada nesta sexta-feira, informaram nesta quinta técnicos ligados ao Consórcio Draga Brasil, responsável pelo serviço.
Segundo funcionários do consórcio, a dragagem de manutenção deve começar pela região da Barra de Santos, local onde os navios permanecem fundeados enquanto aguardam a vez para atracar no Porto.
Durante os trabalhos de aprofundamento, feitos pelo consórcio (que venceu a licitação aberta para a realização da obra), a área e o trecho do canal que vai de sua entrada até o Paquetá (Santos) foram deixados com 15 metros de profundidade.
A dragagem de aprofundamento só continua no trecho que vai do Paquetá até a Alemoa.
Tanto os serviços de aprofundamento como os de manutenção são supervisionados pela Codesp, Autoridade Portuária de Santos. O objetivo da Docas, ao retomar os trabalhos de manutenção, é manter com 15 metros a Barra e as regiões do canal que já foram aprofundadas. É uma preocupação necessária, uma vez que o Estuário de Santos sofre um processo de assoreamento natural.
Para o serviço de manutenção, o consórcio usará a draga chinesa Xin Hai Feng, que chegou ao Porto esta semana.
A retomada desses trabalhos havia sido prevista pelo presidente da Codesp, em entrevista a A Tribuna publicada no último dia 30.
Nela, Serra explicou que “a dragagem de aprofundamento do trecho 1 (Barra de Santos) já foi feita há vários meses, então seria hipocrisia nossa achar que não houve sedimentação. O que eu quero é garantir que os navios chegarão e encontrarão os 15 metros. Não adianta ter escrito na batimetria anterior que tinha 15, se eu já tenho trechos com sedimentação, haja visto o problema que houve com essas ressacas aqui,na Baixada Santista”.
No momento em que os explosivos forem acionados, o canal será interditado. A expectativa é de que o canal fique interditado no trecho entre o Terminal de Passageiros Giusfredo Santini e o cais da Alemoa, das 15h30 às 18h30.
A remoção das pedras é necessária porque as duas dificultam a navegação no cais santista. Devido a sua localização, o leito navegável do canal acaba sendo estreitado.
A Pedra de Tefeé fica entre o Terminal de Passageiros Giusfredo Santini e os silos do Armazém 26, a 12,5 metros de profundidade. Já a outra rocha, a de Itapema, está a dez metros de profundidade, na direção do Armazém 12, em frente ao Forte de Itapema, em Vicente de Carvalho.
A derrocagem faz parte do projeto de aprofundamento do canal de navegação do Porto. Como procedimento, a largura do canal passará de 150 para 220 metros.
A obra será realizada pela Ster Engenharia, vencedora do processo licitatório realizado pela Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), no ano passado. O serviço custará R$ 25.592.142,96 e será pago comrecursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal.
Com as implosões diárias, o canal de navegação será fechado por três horas todos os dias. O período inclui os tempos necessários para preparação, implosão e liberação da via de navegação.
A sinalização do trecho do canal onde estão as pedras (onde ocorrerão as implosões), durante o serviço, é a maior preocupação da Autoridade Portuária. Segundo o presidente da Codesp, José Roberto Correia Serra, algumas bóias apresentaram problemas na última sexta-feira, mas eles foram corrigidos no domingo.
“Eu quero a garantia de que a sinalização vai funcionar por 24 horas”.
Seis sinais sonoros longos, de dez segundos cada, indicarão que a operação de implosão será iniciada. Um minuto antes da detonação, um sinal de dez segundos será seguido por, no máximo, dez sinais de três segundos.
Interdições
As implosões estão previstas para ocorrer das 13 às 16 horas. Em relação às limitações à navegação, Serra garantiu que as operações não serão prejudicadas. O horário previamente estabelecido e comunicado pela Capitania dos Portos, no tempo estipulado de interdição, é a garantia do executivo.
“Imaginar que um sistema desse não vai, de alguma forma, dificultar o tráfego seria uma inverdade. Na verdade, vai dificultar, porque se faz uma restrição no canal, faz com que tenha uma passagem mais criteriosa, com rebocadores, mas nada que comprometa as operações em si”, destacou.
Dragagem
A dragagem de manutenção do canal de navegação do Porto de Santos será retomada nesta sexta-feira, informaram nesta quinta técnicos ligados ao Consórcio Draga Brasil, responsável pelo serviço.
Segundo funcionários do consórcio, a dragagem de manutenção deve começar pela região da Barra de Santos, local onde os navios permanecem fundeados enquanto aguardam a vez para atracar no Porto.
Durante os trabalhos de aprofundamento, feitos pelo consórcio (que venceu a licitação aberta para a realização da obra), a área e o trecho do canal que vai de sua entrada até o Paquetá (Santos) foram deixados com 15 metros de profundidade.
A dragagem de aprofundamento só continua no trecho que vai do Paquetá até a Alemoa.
Tanto os serviços de aprofundamento como os de manutenção são supervisionados pela Codesp, Autoridade Portuária de Santos. O objetivo da Docas, ao retomar os trabalhos de manutenção, é manter com 15 metros a Barra e as regiões do canal que já foram aprofundadas. É uma preocupação necessária, uma vez que o Estuário de Santos sofre um processo de assoreamento natural.
Para o serviço de manutenção, o consórcio usará a draga chinesa Xin Hai Feng, que chegou ao Porto esta semana.
A retomada desses trabalhos havia sido prevista pelo presidente da Codesp, em entrevista a A Tribuna publicada no último dia 30.
Nela, Serra explicou que “a dragagem de aprofundamento do trecho 1 (Barra de Santos) já foi feita há vários meses, então seria hipocrisia nossa achar que não houve sedimentação. O que eu quero é garantir que os navios chegarão e encontrarão os 15 metros. Não adianta ter escrito na batimetria anterior que tinha 15, se eu já tenho trechos com sedimentação, haja visto o problema que houve com essas ressacas aqui,na Baixada Santista”.
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